
Noite desolada em que me encontro,
Perdido sem a solução, que me é indiferente,
Abismo sem fim! Nítida é sua imponência
O silêncio me cerca, sufocando-me com seu vazio físico,
Sobre a mesa uma vela,
Trazendo-me a libertação do meu mal sem lógica,
Apenas ela me distrai, com sua sombra e cor, projetada no abismo da escuridão acinzentado, sem nuvem alguma,
Fixamente encara o cansaço do vento que a penteia,
Seu corpo branco remete ao bem, bem que me torna bom e lúcido,
Protegendo-me dos traumas humanos,
Porém, matéria ela é,
Seu bem é passageiro, forasteiro, sem rodeio, certeiro, sem ela me torna o devaneio,
Quero ser liberto!
Meu pulmão se enche de ar,
Células de coragem me tomam, e restrinjo e a vela de suas funções,
Luz, já não há,
Cor, apenas o cinza da Lua, que invade minha janela,
Medo, seu mal é passageiro.
Perdido sem a solução, que me é indiferente,
Abismo sem fim! Nítida é sua imponência
O silêncio me cerca, sufocando-me com seu vazio físico,
Sobre a mesa uma vela,
Trazendo-me a libertação do meu mal sem lógica,
Apenas ela me distrai, com sua sombra e cor, projetada no abismo da escuridão acinzentado, sem nuvem alguma,
Fixamente encara o cansaço do vento que a penteia,
Seu corpo branco remete ao bem, bem que me torna bom e lúcido,
Protegendo-me dos traumas humanos,
Porém, matéria ela é,
Seu bem é passageiro, forasteiro, sem rodeio, certeiro, sem ela me torna o devaneio,
Quero ser liberto!
Meu pulmão se enche de ar,
Células de coragem me tomam, e restrinjo e a vela de suas funções,
Luz, já não há,
Cor, apenas o cinza da Lua, que invade minha janela,
Medo, seu mal é passageiro.